segunda-feira, 30 de junho de 2008

Saudade: Amar em Memória

Hoje senti saudades tuas, não sei bem porquê, mas vieste me à cabeça tantas e tantas vezes.
Queria-te apagar da minha mente, do meu pensamento, mas depois de teres persistido, dei por mim a convidar-te a ficares: soube-me bem pensar em ti e recordar-te. As memórias que me deixaste confortam-me, os momentos que vivemos juntos foram extraordinários, agradeço-te tudo : )
Senti saudades porque eras importante e no fundo, fizeste-me falta por uns instantes... As tuas palavras costumavam fazer a diferença, ouvia-as com a maior das atenções e levava-as sempre em consideração em qualquer decisão que tivesse que tomar. A tua amizade e o teu amor fortaleciam-me, era tão bom ter alguém como tu ao meu lado a apoiar-me. Olhava para ti e via um exemplo, um ídolo. E via que ias chegar tão longe, tinhas tanto à tua frente, um grande potencial; lutava por ti; estimava-te e dava-te tanto valor: eras dos mais importantes para mim. E jamais te queria perder... O teu sorriso irradiava o meu dia, era genuinamente verdadeiro. O som que vinha com ele induzia uma gargalhada minha. Fazíamos sempre as coisas em conjunto, estavamos sempre em grande sintonia. E tenho saudades dos carinhos e dos beijos e dos sossegos, dos sussuros ao ouvido, das confissões de amor, das lágrimas, daqueles silêncios, daqueles abraços, daqueles olhares. Eras realmente o Amor. E vieste numa altura tão acertada, mas tive pena de não te ter tido por mais tempo.
Hoje estimo tudo o que foste comigo, estimo tudo o que criámos e vivemos. Acho maravilhoso tudo o que me deste a conhecer, tudo o que fomos e tudo o que partilhámos juntos. E acho também incrível o que conseguimos ser um com o outro... Se bem que tinha tanto ainda para te mostrar e tirar de ti.
Tive saudades tuas porque já não existes. Mas fiquei, por instantes, feliz por saber que mato as saudades ao reviver-te, ao relembrar-te, ao sentir-te de novo, tal como eras.
Fortaleces-me, a tua memória permanecerá sempre em mim, amigo e amor fiel.
És um grande orgulho para mim, pelo que foste.
Agradeço a tua companhia eterna; estarei aqui igualmente para ti, SEMPRE!
Amo-te <3



Standing still i'm gonna stand still, stiller than the stones

you know i will, oh you can test my will, it won't go breaking with my bones

take a picture, take a lasting look of the girl you once adored

hide it somewhere in your secret book, think of me no more

following my wish into the well, down into your deepest dark i fell

drowning with your kisses in the well,

i look to you for saving but you're saving someone else.

go on home, won't you go home, go where you belong

left alone i'm better left alone, the one you didn't want.

standing still i'm gonna stand still, stiller than the stones

you know i will, oh you can test my will, it won't go breaking with my bones

following my wish into the well, down into your deepest dark i fell

drowning with your kisses in the well,

i look to you for saving but you're saving someone else.

no one knows. no one knows.

following my wish into the well, down into your deepest dark i fell

drowning with your kisses in the well,

i look to you for saving but you're saving someone else

The Well, A fine frenzy

domingo, 29 de junho de 2008

Um Agradecimento aos Eternos Amigos

.
Aos meus eternos amigos, que estiveram sempre presentes e à altura de uma grande amizade:
.
.
Quero criar mais momentos na vossa companhia : )
Vocês são eternamente especiais! Onde quer que estejam no futuro e como quer que estejam, guardarei-vos com um enorme carinho e respeito e com uma terna saudade. Tudo o que me deram faz parte de mim. Agradeço toda a vossa ajuda, todo o vosso apoio, tudo o que partilhei com vocês: bons e maus momentos, sorrisos e lágrimas, conversas e silêncios: tudo repleto de uma sensação de maravilha e de conforto.
Vocês são realmente um orgulho para mim...
Terão-me aqui, SEMPRE, pronta para vocês, no hoje e no amanhã.
Amo-vos acima de tudo e de todos! <3
.
Um grande beijo
.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

O mundo Rídiculo

.
É tão rídiculo. Exactamente: rídiculo.
Olho à minha volta e vejo as pessoas embebidas em ridicularidades, tão consumidoras, e, infelizmente, encontro-me a ser influenciada por essas banalidades. E o pior? São essas as pessoas a quem estou presa, são essas as pessoas que me fazem e que me são importantes.
Quero e tento ser diferente. Mas estou tão chateada. E estou desapontada com o que me deram a conhecer. Não era esta a realidade de que estava à espera. E muito menos a que me descreveram. Estou desiludida. Bastante desiludida.
Ya, é rídiculo. É ridiculo as pessoas perderem o seu tempo a pensar porque é que ele não disse nada ainda, porque é que não mandou nenhuma mensagem ou, se mandou, porque é que a mandou? É rídiculo tomaramos atenção às pequenas mudanças nos nicks, nos nomes que põem no hi5, recortes, descrições a fotos. É rídiculo consumirmos o nosso tempo a ler comentários trocados entre estranhos ou pior ainda tentar procurar ler comentários que nos vão deixar infelizes e aborrecidas. Talvez pior ainda será tentar procurar, pelos amigos, informações que mais valiam saber pela fonte segura. É rídiculo, mas tão rídiculo, sermos orgulhosos e preferirmos perder o nosso tempo a magoar e a desprezar pessoas que talvez não vão estar aqui por muito tempo. É ridiculo olhar para o telemovel com esperança que vibre; porque depois, afinal o que é que acontece? Vibra. Mas teve algum valor? Apercebo-me que tudo o que esperamos, tudo o que ansiamos, não chega. Chega a verdade, nua e crua, vinda e feita por pessoas rídiculas que fazem coisas rídiculas. E o valor é ignorado. E o sentimento de bem-estar e de alegria pura e de satisfação e encorajamento, e de entre-ajuda e de veracidade, não vem. Simplesmente não vem. Chegam-me só ilusões.
Tenho aberto os meus olhos. Tenho despertado. E magoa-me. Custa-me. Mas sei que melhores dias virão.
Este mundo só terá evolução e as pessoas só terão felicidade e amor quando as coisas serão verdadeiras e realmente sentidas e pensadas. De que vale darmos tudo de nós quando esse tudo não é visto, não é notado, não é nem sequer sentido?
Se me arrependo? Não. Eu não me arrependo do que vivi até agora: com quem vivi e como vivi. Mas arrependo-me de certas atitudes que tomei perante pessoas tão importantes para mim que não mereciam certo desprezo e má-educação da minha parte. Perdi, falhei. Talvez tenha estado concentrada em quem não merecesse, mas é isso que faz a vida: é nós darmos aos outros, é nós procurarmos uns pelos outros, e marcarmos a diferença. E mais importante, aprender com isso. Eu não opto pelo arrependimento. Já me sinto bastante mal por ter perdido o meu tempo a pensar em coisas rídiculas e banais, e ter perdido o meu tempo a fazer coisas que não têm qualquer valor, enquanto tinha alguém a sofrer ao meu lado, a morrer ao meu lado. Escorre-me uma lágrima pela cara, não suporto o sufoco do meu sofrimento por saber que podia ter dado mais e ter feito mais pela pessoa que mais me ama e mais me dá vida. E lamento. Falhei. Falhei tão gravemente. E sinto que agora tenho que dar tanto de mim, e vou dar. Vou dar. E desta vez, não vou falhar. São dias, meses. E tenho que me agarrar e ser forte. Vou ultrapassar esta batalha.
Apenas queria mais sinceridade e mais simplicidade. Queria mais procura e força. Não queria mentiras, não queria orgulhos, pormenores estupidos, pensamentos rídiculos. Quero me fechar a isso tudo. Há um mundo tão grande fora desta realidade rídicula. Há um mundo inovador, cheio de novas descobertas, a explodir ciência. Há novas ideias, pensamentos, filosofias, às quais nos deviamos apresentar e sim, passar tempo a reflectir sobre elas. Há debates às quais atender. Há opiniões a formar. Há caos. Há problemas graves. Há pessoas a sofrer. Há pessoas desesperadas, a morrer. E estou eu aqui preocupada com pessoas que não se importam com a minha existência; estou eu aqui preocupada com memórias e recordações e superficialidades, a tentar entender as minhas crises emocionais. Garanto que não estou só eu presa a este mundo de desperdicio humano. Estamos todos. E eu peço, talvez implore, para um acordar, um despertar. Está na hora. Chega. Chega deste rídiculo. Não quero mais. Não quero mais. Estou farta.
Acordemos.
Eu estou a acordar...
.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Desafio: 7 coisas que... :)

Lembrei me de uma coisa que descobri há alguns meses atrás e decidi voltar a fazê-lo :)

7 coisas que faço bem:
1. Ajudar
2. Sorrir
3. Falar
4. Escrever
5. Desfrutar do momento
6. Ouvir
7. Viver

7 coisas que não sei fazer:
1. Desenhar
2. Ginástica
3. Ser paciente
4. Perdoar
5. Desprezar
6. Odiar
7. Cantar

7 coisas que gostaria ainda de fazer:
1. Viajar pelo mundo
2. Ser neuroscientista
3. Casar e ter filhos e uma vida como sonho ter
4. Viver numa casa ao pé de um lago num campo verde
5. Bungee-jumping
6. Receber o Prémio Nobel
7. Ser feliz

7 expressões que utilizo:
1. Ai mãe do céu
2. Eu sei...
3. Uh?!
4. I mean...
5. Oh.. tabém..
6. Cala-te pah!
7. RGG, que nervos!

7 manias/caprichos/vícios:
1. Irritar-me com pouco
2. Pensar demasiado
3. Adiar o despertador
4. Bater palmas
5. Ser rápida
6. Comer quando nao tenho fome
7. Ser desarrumada

7 coisas que me relaxam:
1. Tomar banho
2. Estar
3. Ser amada
4. Correr
5. Comer gelado
6. Deitar-me com os pés na almofada
7. Ouvir Kenny G

7 coisas que me stressam:
1. Faltas de respeito
2. Atrasos
3. Tempo
4. Desprezo
5. Falar só por falar
6. Fraqueza
7. Banalidades

7 coisas /pessoas de que/quem tenho saudades:
1. Uma conversa inesquecível
2. Ter tempo
3. Mar
4. ~João
5. Bests
6. Ser criança
7. Andar nos autocarros de londres

7 coisas que gostaria de dizer a diversas pessoas:
1. Vais-te arrepender. Não sabes o que perdeste...
2. Vai-te embora, sai!
3. Volta para mim, porque te foste embora?! Ama-me...
4. Sou feliz!
5. O tempo parou! Podemos fazer o que quisermos!
6. Vamos ficar juntos para sempre.
7. És cobarde.

7 coisas que mais desejo:
1. Ser feliz
2. Realizar os meus objectivos
3. Paz no mundo
4. Religião abolida
5. Dinheiro para todos
6. Ter tempo
7. Saber tudo

7 coisas que gostaria de ver concretizadas:
1. As pessoas felizes
2. As gerações futuras mais bem educadas
3. O entendimento da consciência humana
4. Religião abolida
5. Países mais desenvolvidos
6. Mais igualdade e união entre povos
7. Paz no mundo

7 coisas que gosto que me façam:
1. Amem
2. Desafiem
3. Estejam presentes
4. Sejam verdadeiros
5. Dêem valor
6. Puxem por mim
7. Conheçam

7 coisas que gosto de fazer aos outros:
1. Marcar a diferença
2. Ajudar
3. Ouvir
4. Fazer sorrir
5. Amar
6. Estar presente
7. Puxar por eles


É engraçado! Tenta tu responder a estas perguntas: passas te a conhecer um bocadinho mais. Aceita o desafio ;)

.

sábado, 21 de junho de 2008

Beautiful

Peaceful.
Don't wake me up.



Such pretty hair
may I kiss you
may I kiss you there
So beautiful you are
So beautiful
Please, don't move
You feel so good to me
Tell me in my ear
Beautiful
Beautiful
So very beautiful
So beautiful
Beautiful
So beautiful



Beautiful - Meshell Ndegeocello

quinta-feira, 19 de junho de 2008

sábado, 7 de junho de 2008

Chegámos ao final. Vou partir.

.
.
Meu querido João,

Caminhámos uma longa estrada e parece que agora estamos a chegar ao cruzamento em que tu escolhes uma saída e eu outra. Esta longa estrada foi um caminho bastante importante de percorrer. Difícil mas valorosa. Difícil mas maravilhosa. E só tenho que te agradecer a ti por toda esta viagem; ela mudou-me e fez-me renascer, é me essencial e estimada. E apenas espero que a recordes também com o mesmo apreço que eu a recordo, com o mesmo sorriso, o mesmo sentimento de saudade meiga, e que a dês valor pelo que ela foi.

Começámos este percurso com uma velocidade incrível em que não nos cansávamos de correr de mãos dadas, não tínhamos medo de chegar ao fim, apenas queríamos sentir o furor e a magia, a força e a ânsia, juntos. Apenas queríamos fazer esta viagem juntos. Lentamente, a nossa resistência começou a fraquejar e desacelerámos. Acalmámo-nos e passámos a andar. Demos as mãos e começámos a apreciar tudo o que nos rodeava de outra maneira. Até que chegou ao momento que tu decidiste largar a minha mão e caminhar no passeio oposto. E eu fiquei no meio da estrada a ver-te sem te poder tocar, sem te poder gritar nem chamar de maneira que me ouvisses. Nunca mais me olhaste. Continuámos a percorrer a estrada, separados por bermas, até hoje, até este momento. Perdemos tempo no nosso percurso, tempo que podíamos ter passado juntos mas que tu não tiveste força para o fazer. Preferiste vendar os teus olhos e eu preferi calar-me. E hoje parámos. Temos os pés assentes no chão sem dar um único passo. Encontramo-nos perante um cruzamento, duas setas a amarelo: uma indica o teu caminho e outra indica o meu. E antes de iniciarmos a nossa nova caminhada, numa nova estrada, despedimo-nos. Estamos voltados um para o outro e eu desvendo-te os olhos e tu electrizas a minha voz. Olhamos um para o outro e eu abraço-te como te abracei no nosso primeiro encontro. Entrego-te este caderno, preenchido por mil palavras, todas sentidas e escritas para ti, em nome do que fomos e do que passámos, juntos e separados. Beijas-me ao de leve e eu sorrio-te. Sorris-me de volta. E dizemos Adeus. Eu digo-te Adeus meu amor, Adeus meu amigo, Adeus meu tudo. E tu dizes, Adeus Sofia. E partimos. Partimos…
.
.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Guardo-te pelo que foste

.
Desiludiste-me. Esperava mais de ti. Deste-me a conhecer uma parte de ti que me fascinava. Tu eras de facto maravilhoso. Em tempos, foste-o mesmo comigo: sempre bastante atencioso e amigo, carinhoso e meigo; eras sempre tão frontal e sincero, dizias sempre a coisa mais acertada e sabias lidar comigo e como reagir às situações, aos momentos, sentimentos e pensamentos. Tu eras admirável. Amei-te por seres assim. Amei-te tanto. Fizeste-me tão feliz. Fizeste-me renascer, reviver e sorrir. E estou-te muito grata por isso. Mas hoje não estás o mesmo. Foste-te perdendo no caminho, perdeste-te com as tuas dúvidas, com fraquezas que não foste capaz de superar. E eu só tenho de lamentar isso. Lamento-o porque não há nada que eu possa fazer, sinto-me tão impotente. E para além de impotente, sinto-me insuficiente e inútil. Sinto o teu desprezo. Um desprezo consequente da tua cobardia de me murmurares uma palavra de bem-estar.

Tivemos tudo e desse tudo temos nada. Não me querias perder mas fizeste de tudo para me perderes. Não querias que eu me ausentasse mas acabaste por seres tu a ausentar-te. Não te querias despedir de mim porque querias me continuar a falar e a procurar por mim. Talvez estejas a bater à porta errada. Desististe de mim. Safaste-te do sofrimento e esqueceste-te de mim. E custa-me saber que não me guardas. Podias pelo menos ser justo e valorizar o que fomos mesmo que já não haja nada.

E apesar de já não te conhecer e de já não estar presente na tua vida e tomar parte de ti, apesar da desilusão e mágoa que me fizeste sentir, sei que te amei mesmo e que te devo muito. Apesar de hoje estares diferente, talvez pelo sentimento ter mudado, guardo-te. Guardo-te com um enorme carinho e respeito porque foste importante e essencial. Guardo-te pelo que foste e não pelo que és. E continuarei a amar essa pessoa que amei, amá-la-ei com saudade. Guardar-te-ei para sempre.
.

O meu suspiro

.
Não estás aqui. E vou ter de me conformar com isso. Vou ter que te deixar tomar o teu rumo porque já percebi que não me queres na tua vida, seja de que forma for. E já percebi que deixei de ser importante e de ter qualquer relevância para ti.

Suspiro. Tenho pena. Eras tão especial. Deixaste de o ser como eras talvez porque eu deixei de ser especial para ti. E suspiro ainda de uma maneira mais forte quando penso no porquê. Porque haverá de ter acontecido isto tudo? Penso nas palavras; em todas as palavras que me disseste. E encontro uma enorme dificuldade em descobrir alguma veracidade nelas. No momento parecia-me tudo tão perfeito. E ainda sinto o desejo de acreditar que foi perfeito, mas à parte de desejos, entristece-me saber que a maior parte das palavras que me disseste foi fruto do momento e não eram verdadeiramente para mim, mas sim para um suposto alguém que precisavas de amar. Entristece-me saber que fiz parte do teu currículo de amor, não tendo sido a tua mais valiosa experiência. Entristece-me saber que não me guardas num canto especial em ti, saber que não me recordas com um sorriso nos lábios e com uma saudade tenra. Magoa-me a tua ausência. Eras a pessoa mais importante da minha vida, o meu maior e melhor amigo, o meu amor, o meu apoio, e num fechar de olhos, desapareceste. Perdi-te. E perdi tudo o que era teu e que fazia parte de mim, perdi tudo o que era tão especial de ti, perdi-te como amor, como amigo, como pessoa. E agora não existes. Optaste por não me deixares existir na tua vida. E eu suspiro porque não queria que fosse assim.

O meu suspiro é silencioso, não o hás-de ouvir. Estas palavras não te chegam, talvez porque não tens grande curiosidade em me manter perto de ti, nem que seja pela minha mágoa e pelo meu desabafo através destas palavras. Ausentaste-te. E pior, nunca voltarás. Perdi-te para sempre. É esse o meu suspiro. E agora resta-me soltar-te e desejar-te tudo de bom. Em paz contigo, sem o teu consentimento e a tua vontade. Adeus meu amor. Adeus meu amigo. Adeus meu tudo.
.